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IRPF para casais: como declarar em conjunto e economizar

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Todo ano a mesma dúvida: casados (ou em união estável) devem declarar o Imposto de Renda juntos ou separados? A resposta certa depende da renda e das deduções de cada um, e escolher errado pode custar caro, seja pagando mais imposto, seja perdendo restituição.

Conjunta ou separada: quando cada uma compensa

Na declaração conjunta, um dos dois é o titular e o outro entra como dependente, somando rendas e deduções numa declaração só. Ela tende a compensar quando um dos parceiros tem renda baixa ou nenhuma, pois as deduções se concentram. Já quando os dois têm renda relevante, somá-las costuma empurrar o casal para uma alíquota maior: nesse caso, declarar separadamente quase sempre sai mais barato. Na dúvida, simule os dois cenários no programa da Receita antes de entregar.

Deduções que casais esquecem

Despesas médicas de dependentes (sem limite de valor), educação (com teto anual por pessoa), previdência privada PGBL (até 12% da renda tributável) e pensão judicial são as deduções que mais impactam. O detalhe que muita gente perde: na declaração separada, cada despesa só pode ser deduzida por quem efetivamente pagou: o recibo no nome errado invalida a dedução.

Prazos e multas

A entrega costuma abrir em março e fechar no fim de maio. Perder o prazo gera multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido. Quem entrega no início da fila com dados corretos também recebe a restituição nos primeiros lotes.

O maior trabalho do IRPF não acontece em abril, e sim nos 12 meses anteriores, juntando comprovantes. É aí que um app ajuda: no LoveLedger, as transações do casal ficam categorizadas o ano inteiro (saúde, educação, moradia), e na hora de declarar vocês filtram o que é dedutível em minutos, em vez de garimpar faturas antigas. Comece grátis e chegue em março com tudo organizado.

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